Valentim quer manter Maxi López e Castan e pede reforços até dia 3 no Vasco

Foto: Divulgação

Atento e participativo às movimentações do Vasco no mercado da bola mesmo em meio ao curso de treinadores da CBF, o técnico Alberto Valentim passou alguns pedidos à diretoria: quer as permanências de Maxi López e Leandro Castan e deseja que as chegadas do máximo de reforços possíveis estejam resolvidas até o dia 3 de janeiro, quando o elenco se reapresenta para a pré-temporada. As prioridades passadas por Valentim são as laterais, além da contratação de um meia e um atacante. O lateral esquerdo Danilo Barcelos, do Atlético-MG, tem a negociação mais avançada e deve ser anunciado nos próximos dias. O lateral direito Raúl Cáceres, do Cerro Porteño, também tem boas tratativas e pode pintar em São Januário. Para a camisa 10, o favorito para assumi-la é Bruno César, do Sporting (POR). As conversas já estão no estágio dos detalhes do contrato. Outro que tem um acordo com o Vasco é o volante Jhonny Lucas, do Paraná. O clube de Curitiba, porém, prioriza uma venda do jovem de 18 anos para o exterior. Caso isto não se concretize, o destino deverá ser São Januário. Sobre Leandro Castan, que interessa ao Corinthians, Valentim revelou que conversou com o zagueiro sobre o planejamento para 2019. “Conversei com Castan, até por ser o capitão, sobre o que pretendemos para o ano que vem. Falamos da permanência dele, que ele será uma peça importantíssima para o que pretendemos para o ano que vem”, disse à TV Globo, acreditando que Maxi López será outro que permanecerá: “Não acredito que ele saia também. Comprou a ideia, se identificou muito com o Vasco e nos ajudou bastante. O discurso para o Castan é o mesmo para o Maxi”. O Vasco bateu o pé sobre o interesse do Corinthians em Leandro Castan e deixou claro que só aceita negociá-lo caso se apresente alguma proposta oficial, o que ainda não foi feito. Se isto se mantiver, o zagueiro é aguardado para se reapresentar no dia 3. Maxi e Castan têm contrato com o clube até dezembro de 2019. Valentim e o diretor-executivo Alexandre Faria foram mantidos em seus respectivos cargos pelo presidente Alexandre Campello, mas esta não era a vontade de boa parte da diretoria, que tentou convencer o mandatário de uma mudança. Reuniões aconteceram neste sentido, mas o dirigente seguiu com sua convicção após constatar que o sonho de contar com o amigo Abel Braga estava distante. A pasta de vice de futebol, que está vaga desde maio, também tem causado incômodo para alguns dirigentes, que entendem que alguém precisa assumir o posto, hoje acumulado por Campello. O nome do ex-técnico Antônio Lopes foi cogitado, mas não encontrou unanimidade, além do fato dele, a princípio, não querer exercer um cargo não remunerado. O trânsito do filho de Campello, Eduardo, no departamento de futebol, também tem incomodado cartolas. Ele, oficialmente, trabalha no jurídico do clube. (Bahia Notícias)

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