Uma em cada sete crianças com microcefalia por zika recebeu atendimento médico ‘completo’ em 2017




Dados do boletim epidemiológico do Ministério da Saúde registram que só uma em cada sete crianças com anomalias por zika no Brasil recebeu o atendimento ‘completo’ para a condição no ano de 2017.

De acordo com o Bem Estar, as diretrizes da pasta mostram que essas crianças devem ter acesso à puericultura, à atenção especializada e à estimulação precoce.

Na puericultura, os profissionais de saúde acompanham a velocidade de crescimento do perímetro encefálico, a exemplo. Em seguida passam por especialistas específicos para as dificuldades que possuem. Já na estimulação precoce, os pacientes passam por serviços de reabilitação.

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