Primavera: seis entre dez alérgicos costumam apresentar reações oculares nesta estação do ano

 

A Primavera, além de proporcionar beleza aos olhos de quem a contempla, representa ainda um período de alerta à saúde ocular. Isso porque, de acordo com a médica oftalmologista do Instituto de Olhos Freitas, empresa do Grupo Opty, Drª Camila Koch, neste período, além dos típicos problemas no aparelho respiratório, é comum também a maior incidência de alergia ocular.

 

Durante a estação, o principal motivo é maior presença de pólen no ar, que é liberado pelas flores. “Seis entre dez alérgicos costumam apresentar essas manifestações nos olhos. O problema começa quando o sistema imunológico do paciente reage às partículas suspensas na atmosfera, como se fossem corpos estranhos. Essa reação exagerada se reflete em sintomas que, além de incomodar, podem desencadear problemas mais graves. Há pacientes, por exemplo, que coçam os olhos com tanta frequência, que acabam desenvolvendo ceratocone”, detalha Drª Camila Koch.

 

Além da coceira, dentre as maiores queixas dos indivíduos, destacam-se a vermelhidão, irritação, inchaço das pálpebras e lacrimejamento espontâneo, que são os sintomas mais comuns e facilmente detectados da alergia ocular. Neste contexto, a dica para evitar o problema é lavar os olhos várias vezes ao longo do dia; manter os ambientes bem arejados e expostos ao sol; manter o filtro do ar-condicionado limpo; não coçar os olhos; evitar locais com muito pó, fumaça ou com odores fortes etc.

 

A médica reforça que a alergia ocular pode ocorrer de forma isolada, principalmente nas pessoas que sofrem de alergia em outras partes do corpo, como a asma e a rinite, sendo o oftalmologista o profissional indicado para prescrever toda e qualquer medicação para os olhos: “portanto, não hesite em procurar um especialista, se houver a persistência dos sintomas”. *Lume

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