Em agosto, vendas caíram em 5 das 8 atividades do varejo baiano, puxadas por móveis e eletrodomésticos (-35,7%) e supermercados (-10,2%)

Em agosto, na Bahia, 5 das 8 atividades do varejo restrito (que exclui as vendas de automóveis e material de construção) tiveram recuos nas vendas, frente ao mesmo mês de 2020.

A queda mais intensa e a principal contribuição para o resultado negativo em geral veio dos móveis e eletrodomésticos (-35,7%). A atividade mostrou seu segundo recuo consecutivo, após seis meses de altas seguidas e de ter fechado o ano de 2020 com o melhor desempenho do varejo no estado (14,5%).

Em seguida, vieram os hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-10,2%), com a segunda maior retração e contribuição para a queda das vendas em geral. Atividade de maior peso na estrutura do comércio na Bahia, os supermercados tiveram, em agosto, seu 10o resultado negativo consecutivo (as vendas recuam desde novembro de 2020).

O desempenho das vendas do comércio na Bahia, em agosto 21/ agosto 20, não foi pior porque teve a influência positiva dos segmentos de tecidos, vestuário e calçados (23,8%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (10,1%) e, em menor intensidade, equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (11,4%). 

As três atividades, porém, mostraram desaceleração nas taxas positivas frente a julho, ou seja, suas vendas aumentaram menos em agosto do que haviam aumentado no mês anterior – sobretudo as de vestuário (que haviam avançado 114,8% em julho 21/ julho 20). *IBGE

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