Bailinho de Quinta anima o carnaval do Pelourinho

Banda volta às raízes e faz show gratuito no Largo Quincas Berro D’agua

por Clara Abbud

Do funk ao MPB, passando pelo pop alternativo, lambada, frevos e marchinhas, o Bailinho de Quinta anima o carnaval com repertório eclético no dia 24 de fevereiro. De volta às raízes, a banda toca no largo Quincas Berro D’água às 21h com show aberto ao público.

 

Além do Pelourinho, a banda também se apresenta no Furdunço, no Campo Grande no dia 21 de fevereiro às 16h e no Camarote Harém no dia 24, às 3h30. Fora de Salvador, o Bailinho toca em Imbassai e Praia do Forte, no dia 22 de fevereiro, ás 20h e 22h, respectivamente.

 

Ainda em comemoração aos 10 anos de carreira, o Bailinho de Quinta traz as músicas “Balança o Saco”, “Marcha Cigana” e “O Bloco Vai Passar”, e novidades como “Bang”, de Anitta, “Banzeiro”, gravada por Daniela Mercury no carnaval passado e “Bixinho”, de Duda Beat.

Em relação à releitura das músicas feita pelo grupo,  o guitarrista e vocalista da banda, Graco Vieira, afirma que o som sempre ganha nova roupagem para entrar no repertório. “Nós nunca tocamos exatamente como a música é. Gostamos de fazer a nossa própria versão”, completa.

Dez anos, dez carnavais

“É marchinha, é frevo, é banda, é baile, é da Bahia”. E foi assim que o Bailinho de Quinta começou com o sonho de Graco Vieira, Thiago Trad e Juliana Leite de montar uma banda inspirada nos carnavais de largo de Salvador.

Em uma quinta-feira de outono de 2009, no bar Ali do Lado, aconteceu a primeira apresentação do trio e, após 10 carnavais e centenas de shows, o Bailinho comemora 10 anos com músicas autorais e homenagens a cantores como Chiquinha Gonzaga, Caetano, Armandinho e Moraes Moreira.

A banda já passou por alguns locais de apresentação como o Portela Café, Tom do Sabor, Pelourinho, Santo Antônio Além do Carmo, Trapiche Barnabé e agora faz morada na Chácara Baluarte. Durante a estadia no Pelourinho, seu público cresceu e as influências de Baiana System, Gerônimo e Olodum amadureceram a diversidade cultural do Bailinho com a dança ganhando forma de frevo, marchinha e Samba-regga.

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