Bahia esbarra no emocional, vê atletas “pilhados” e sucumbe diante do Vitória

O Bahia entrou em campo pressionado. Entrou em campo sabendo que uma derrota para o maior rival significaria uma pressão imensa para cima do grupo, do treinador e da diretoria. E assim foi. Ao ser derrotado pelo Vitória por 2 a 0, há poucos dias de uma eliminação vexatória na Copa do Brasil, o Tricolor ligou o sinal do “estamos em crise”.

Dentro de campo, é claro que houve um Vitória aguerrido e, acima de tudo, muito bem organizado. Mas o revés tricolor tem que ser enxergado, também, pelo viés emocional. Basta analisar a atuação insegura de Douglas, que falhou no primeiro gol de Carleto, passou o jogo inteiro sendo vaiado e por pouco não comprometeu outras vezes.

Fora ele, Douglas, tão celebrado durante sua passagem pelo Bahia, o escolhido para carregar o fardo da derrota. Ele havia sido também o “vilão” da eliminação para o River-PI, ao falhar nos minutos finais da partida.

Nem mesmo a mudança de peças, de esquema tático e com um time com vocação ofensiva na segunda etapa permitiu ao Bahia reagir na partida. E isso se deve, sobretudo, ao lado emocional dos atletas. Quantos passes errados, decisões equivocadas e desencontro em jogadas simples da metade para o final da partida? O jogo é, em grande parte, uma batalha emocional. *GE

Foto: EC Bahia

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