Após declaração de Jungmann, Correios dizem não ter ‘registro’ de furto de munição




Os Correios informaram não ter “conhecimento” que a munição utilizada no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) tenha sido furtada de sua sede na Paraíba. A informação foi dada neste sábado (17), em resposta à versão de Raul Jungmann. O ministro da Segurança Pública disse que as munições pertenciam à Polícia Federal (PF) e foram furtadas da sede dos Correios em 2006.

“Em resposta às recentes notícias sobre suposto desvio de carga pertencente à Polícia Federal ocorrido nos Correios, a empresa esclarece que, no passado recente, não há nenhum registro de qualquer incidente dessa natureza e que está apurando internamente as informações”, informou a empresa, em nota.

Os Correios informaram ainda que “situações envolvendo armas, munições, drogas e outros itens proibidos no tráfego postal são encaminhadas à Polícia Federal, para investigação”.

Foto: Reprodução

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